segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Terra tem mais de 8 milhões de espécies, diz estudo

Estudo identifica que mais de 85% dos animais e plantas existentes são desconhecidos. Muitas espécies podem desaparecer antes mesmo de serem encontradas.

A diversidade da vida é uma das características mais marcantes do nosso planeta, mas até hoje pesquisadores e cientistas não conseguiram precisar a quantidade de plantas e animais existentes na Terra. Um estudo produzido pelo Censo da Vida Marinha, uma rede de pesquisadores de mais de 80 países, apresenta a mais recente tentativa de estimar quantas espécies existem no mundo. Segundo o estudo, o total chegaria a 8,7 milhões, com uma margem de erro de 1,3 milhão para mais ou para menos.
Apesar da margem de erro na casa do milhão, o estudo apresenta o cálculo mais preciso já feito sobre a quantidade de espécies no planeta - as estimativas anteriores variavam de 3 milhões para até 100 milhões. Os autores também distinguiram que, desses 8,7 milhões, 6,5 milhões são espéceis que vivem em terra e 2,5 milhões, no mar.
Os dados mostram o quanto a ciência ainda precisa evoluir para descrever todas as espécies: desde 1758, quando o cientista sueco Carl Linnaeus publicou um sistema de classificação biológica usado até hoje, pesquisadores já catalogaram cerca de 1,2 milhão de espécies. Ou seja, 86% das espécies que vivem na terra e 91% das que vivem no mar ainda não foram estudadas.
Segundo o estudo, do total estimado de 7,77 milhões de espécies de animais, apenas 953.434 foram descritas e catalogadas. Das espécies marinhas, 11% foram descritas e catalogadas. Entre as plantas o conhecimento é muito maior: das estimadas 298 mil espécies, 215.644 foram descritas e catalogadas.
“A questão de quantas espécies existem tem intrigado cientistas há séculos e a resposta, somada a pesquisas em distribuição e abundância de espécies, é particularmente importante nesse momento, uma vez que diversas atividades e influências humanas estão acelerando as taxas de extinção”, disse Camilo Mora, da Universidade do Havaí, um dos autores do estudo. “Muita espécies podem desaparecer antes mesmo que saibamos de sua existência, de seu nicho particular ou de sua função em ecossistemas”.
Os autores destacam a lista de espécies ameaçadas de extinção, feita pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), que estima que aproximadamente 20 mil espécies correm risco de desaparecer. A lista, no entanto, foi feita com uma amostragem muito pequena, de 1% do total de espéceis estimadas pelo estudo, o que indica que um número maior de espécies podem estar ameaçadas.

 

COMUNICADO DE NOVA PRESIDÊNCIA DA ANAMMA PE





 
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE ÓRGÃOS MUNICIPAIS DE MEIO AMBIENTE – ANAMMA - PERNAMBUCO

COMUNICADO

A Prefeitura Municipal de Ipojuca através da Secretaria de Tecnologia e Meio Ambiente – SETMA, ao longo dessa gestão municipal vem desenvolvendo grandes projetos e programas direcionados para as Políticas Públicas Socioambientais visando à sustentabilidade deste município, onde o Prefeito, Pedro Serafim de Souza Filho, sempre mostrou-se preocupado e comprometido com as questões ambientais deste município apoiando o Secretário de Tecnologia e Meio Ambiente para atuar de forma eficaz na implementação dos projetos concretizados durante todo o período da atual gestão. Outros sim, vêm por meio deste informar que no dia 23 de agosto de 2011 em Gravatá (Hotel Portal Fazenda de Gravatá) durante o Encontro de Gestores dos Órgãos Municipais de Meio Ambiente do Estado de Pernambuco o então Secretário de Tecnologia e Meio Ambiente, Erivelto Lacerda de Araújo, foi eleito Presidente da Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente – ANAMMA do Estado de Pernambuco, e que irá representar os 185 municípios do Estado. 




Erivelto Lacerda de Araújo

Presidente ANAMMA - PE

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Fósseis de bactérias podem ser os mais antigos já encontrados

Uma equipe de cientistas da Austrália e do Reino Unido divulgou, nesta segunda-feira (22), um estudo que revela o que seria a descoberta do que pode ser a forma de vida mais antiga da Terra. Segundo a pesquisa, publicada no diário Nature Geoscience, fósseis microscópicos com mais de 3,4 bilhões de anos de antiguidade foram encontrado no noroeste da Austrália.
A pesquisa, realizada em conjunto entre a Universidade da Austrália Ocidental e a Universidade de Oxford do Reino Unido, foi realizada na região de Strelley Pool, na região de Pilbara.

Estes fósseis, descobertos em bom estado de conservação entre grãos de areia em uma rocha sedimentar pré-histórica, pertencem a bactérias que precisam de sulfureto para subsistir. "Proporcionamos a primeira evidência de microorganismos que usam sulfureto em seu metabolismo", afirmou o líder da pesquisa, David Wacey, da Universidade da Austrália Ocidental, em declarações citadas pelo Sydney Morning Herald.

Os pesquisadores utilizaram técnicas muito sofisticadas para comprovar que estes micróbios sobreviveram graças ao sulfureto neste período da Terra em que o oxigênio era pouco e predominavam as altas temperaturas. "A hipótese de sobreviver à base de sulfureto era uma característica que se pensava existisse em um dos primeiros períodos da Terra, especificamente durante a transição de um mundo não-biológico para um biológico", acrescentou Wacey.

Já o professor da Universidade de Oxford Martin Brasier expressou que a descoberta dos fósseis confirma que há 3,4 bilhões de anos existiam "bactérias, que viviam sem oxigênio" na Terra. "Podemos estar muito certos da antiguidade (dos fósseis) porque as rochas se formaram entre duas sucessões vulcânicas que reduzem os cálculos sobre a idade para cerca de poucos milhões de anos", explicou Brasier em comunicado citado pela agência local AAP. O pesquisador britânico também destacou que estas bactérias são "comuns hoje em dia" e são encontradas em fontes de águas termais, respiradouros hidrotermais ou outros lugares com pouco oxigênio.

RESERVA MARINHA MEXICANA QUINTUPLICA EM DEZ ANOS O NÚMERO DE PEIXES


A reserva marinha Parque Nacional Cabo Pulmo, na costa oeste do México, praticamente quintuplicou o número de peixes em dez anos, segundo estudo da Universidade da Califórnia, em San Diego, Estados Unidos.
O projeto de recuperação surgiu a partir do entusiasmo e dedicação da população local que, incomodada pela devastação do ecossistema, estabeleceu o parque em 1995 e, desde então, se dedica a protegê-lo.
"As mudanças mais importantes que observamos é que o número de espécies no parque quase duplicou e o número de indivíduos e seu tamanho, que em conjunto são os quilos de peixes, aumentaram mais de 460%", conta o biólogo marinho Octavio Aburto-Oropeza, do Instituto Scripps.
Experiência inspiradora
Cabo Pulmo tem 71 km² e é quase 70 vezes maior do que a maioria das reservas estudadas até hoje.
As espécies mais comuns na área são garopa do golfo (Mycteroperca jordani), garopa sardineira (Mycteroperca rosacea), pargo cinza (Lutjanus novemfasciatus), pargo amarelo (Lutjanus argentiventris) e cavalinha (Seriola lalandi).
"É surpreendente que as comunidades de peixes em um recife superexplorado possam se recuperar até chegar a níveis comparáveis com aos de recifes remotos, onde nunca ocorreu a pesca humana", avaliou Aburto-Oropeza.
Aburto-Oropeza diz que a criação de áreas marinhas pode "elevar significativamente a produtividade dos oceanos, gerando benefícios econômicos para as comunidades costeiras".
"Poucos legisladores no mundo estão conscientes de que o tamanho e a abundância dos peixes pode aumentar extraordinariamente em muito pouco tempo, a partir do momento em que se estabelece a proteção ambiental e se cria uma reserva marinha", defende.


O projeto é fruto da dedicação da população local que, contra a destruição do ecossistema, estabeleceu o parque em 1995.



A população local cuida da reserva e ajuda a reduzir a contaminação, protegendo as espécies em perigo.




Cabo Pulmo tem 71 km² e é 70 vezes maior do que a maioria das reservas estudadas até hoje.


Nesta fotografia, tubarões se aproximam da superfície e podem ser vistos sob a água cristalina.
 
 
 
A reserva é lar de leões-marinhos, como estes da fotografia, que tomam sol sobre uma pedra.
Esta fotografia mostra um pesquisador mexicano mostrando arraias saltando sobre a superfície da água.
 
 
 
Para especialistas, o projeto ensina que o sucesso de iniciativas semelhantes depende do envolvimento das comunidades locais.
 
 
 
Um estudo detalhado sobre Cabo Pulmo pode ser encontrado na publicação especializada 'PLoS One Public Library of Sciences'.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

PORTO DE GALINHAS SEDIARÁ O XIV CONGRESSO MUNDIAL DA ÁGUA

DATA: 25 a 29 de setembro de 2011 - LOCAL: Porto de Galinhas, Pernambuco – Brasil 

LOCAL: ENOTEL

O XIV Congresso Mundial da Água dá continuidade à tradição da IWRA - International Water Resources Association de realizar eventos destinados especificamente a usuários, pesquisadores, tomadores de decisão e demais profissionais de recursos hídricos.
Os eventos da Associação Internacional de Recursos Hídricos são realizados a cada três anos, os últimos ocorreram em Montpellier (2008), Nova Delhi (2005) e Madri (2002).
A IWRA, o (ISC) - Comitê Científico Internacional do Congresso e a Secretaria de Recursos Hídricos e Energéticos do Estado de Pernambuco têm o prazer de convidar os interessados a participar do XIV Congresso a se realizar em Porto de Galinhas, cidade próxima a Recife, durante o período de 25 a 29 de setembro de 2011.
O principal suporte ao Congresso será dado pelo IDRC – Centro Internacional de Pesquisas e Desenvolvimento do Canadá, que apóia as pesquisas nos países em desenvolvimento para promover seu crescimento e desenvolvimento.
Os resultados são inovadores, buscando sempre soluções locais com o objetivo de obter alternativas de mudança aos que mais necessitam.
O XIV Congresso terá como tema “Gerenciamento Adaptativo da Água: Olhando para o Futuro”.
O ISC é composto por representantes locais e internacionais, por representantes das universidades e das organizações de pesquisa propõe como temas centrais:
1) Gerenciamento Adaptativo da Água
2) Recursos Hídricos e a Mudança Global
3) Governança e Leis da Água
4) Sistemas de Conhecimento
Sessões plenárias e palestras definirão o contexto principal, a programação individual e as sessões mais específicas.

Contamos com sua participação e sugerimos que consulte regularmente o site do Congresso para verificar as atualizações nos próximos meses, até o Congresso.


Prof. Jun Xia
Presidente, IWRA

Prof. Christopher Scott
Presidente, ISC

Dr. José Almir Cirilo
Secretário Executivo, SRHE






PARA MAIS INFORMAÇÕES:

http://worldwatercongress.com/pt/index.php#







Instituto RUMO AO MAR - RUMAR


O Instituto RUMO AO MAR - RUMAR, é uma associação de direito privado sem fins lucrativos, certificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que tem como missão social resgatar e fomentar a conscientização do uso das águas fluviais e jurisdicionais marítimas brasileiras, da chamada "Amazônia Azul", para o desenvolvimento sustentável do país por meio de ações e projetos sociais, educacionais, culturais, de marinharia, de preservação ambiental e de ciência e tecnologia.. A origem do Instituto Rumo ao Mar remonta ao "Projeto Rumo ao Mar" que objetivava entre outras metas, "despertar o interesse pelas coisas do mar na juventude" ,juntando esforços com a Marinha do Brasil, CIRM/SECIRM no "Programa Mentalidade Marítima" e os Escoteiros do Mar.

 

Para mais informações, visite o site:
http://www.rumar.org.br/

A COMUNICAÇÃO DE ACIDENTES AMBIENTAIS É FUNDAMENTAL PARA O IBAMA.

Para informar uma emergência é necessário preencher um formulário do link abaixo


Formulário para Comunicar a Ocorrência de um Acidente Ambiental 




________________________________________________
Acidentes ambientais registrados pelo IBAMA no ano de 2011

Ocorrências 2011
________________________________________________
Acidentes ambientais registrados pelo IBAMA no ano de 2010
Ocorrências 2010

Operação Arapongas combate tráfico de animais



São Paulo (11/08/2011) – Na mansão luxuosa em São Paulo onde se buscava o casal envolvido com a venda ilegal de animais silvestres pela internet, os fiscais do Ibama encontraram um verdadeiro depósito de pássaros, jacaré, cobras e até um lagarto alaranjado conhecido como Monstro de Gila, típico dos Estados Unidos.  Na sala, a equipe se deparou com um gavião voando, na provável suíte do casal havia um aquário com jacaré. A cada novo quarto, mais animais foram localizados.
Era o início da Operação Arapongas, uma ação integrada entre o Ibama e a Polícia Federal que foi deflagrada na manhã de ontem para desarticular uma organização criminosa de tráfico e comércio ilegal de animais no Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Ceará e Paraíba.
Segundo a coordenadora da Operação pelo Ibama, Maria Luiza Souza, o instituto apreendeu até o momento 2.631 animais silvestres e a Polícia Federal executou sete mandados de prisão de envolvidos no tráfico e comércio de animais da fauna silvestre brasileira e exóticos. Com os presos foram encontrados jacarés, cobras, pererecas, gavião, falcão, passarinhos, lagartos, quati, aranhas, escorpiões, entre outros.
A investigação aponta que a quadrilha agia comercializando animais por meio de um site na Internet, no Brasil e no exterior. O site não tinha autorização do Ibama. Os investigados recebiam encomendas de todo e qualquer tipo de animais, como répteis, anfíbios, mamíferos e pássaros. Esses animais seriam obtidos por meio ilícito, como criadouros irregulares e captura de animais silvestres na natureza.
A operação foi batizada com o nome da cidade paranaense Arapongas onde está sediada a empresa responsável pelo site http://www.zoopets.com.br, que oferecia bichos com pagamento parcelado em até 18 meses, sob a falsa propaganda de “Animais legalizados pelo Ibama” e com imagens dos animais .
As negociações sob investigação envolviam inclusive duas ONGS , uma de São Paulo e outra de Campina Grande, que se apresentavam como “defensores da natureza”.  Ambas negociavam, reproduziam e vendiam animais. As investigações identificaram que para burlar os sistemas de controle ambiental, as ongs reaproveitavam os  microchips de animais mortos.
Na sede da ONG em São Paulo, a fiscalização do Ibama localizou cobra sem o dispositivo implantado para identificar a origem legal, conforme exige a legislação, e também microchips separados e notas fiscais. “A tentativa de ludibriar a fiscalização não prosperou. Quem se traveste de atividade legal para realizar tráfico de animais será alcançado em algum momento”, afirma o coordenador de fiscalização, Roberto Cabral.
As investigações começaram a  partir da identificação do site da Zoopets, em outubro do ano passado. Durante as investigações, com vistas a comprovar a materialidade de crime, agentes do Ibama e da Policia Federal negociaram e receberam uma Tiriba (Pyrrhura perlata) de origem ilegal por R$ 700,00,  entregue por via aérea com documentos fraudulentos.
O transporte de animais era feito por via aérea e os traficantes utilizam caixa com fundo falso, visando encobrir os animais ilícitos. Há indícios de biopirataria devido a esse procedimento e as espécies venenosas encontradas.
“Essa operação tem natureza emblemática e forte potencial de dissuasão aos traficantes de fauna, e está plenamente alinhada com os novos rumos da fiscalização ambiental federal”, afirmou o coordenador Geral de Fiscalização do  Ibama, Bruno Barbosa, que acompanhou em São Paulo os trabalhos da Operação Araponga.
Ascom/Ibama
Fotos: Ibama

Google investe US$ 280 mi em energia solar

O Google quer que mais casas americanas tenham energia solar. Para isso, está investindo US$ 280 milhões em uma parceria com a empresa SolarCity, especializada em painéis que captam energia do sol. A SolarCity é a líder no fornecimento de energia solar nos Estados Unidos.

Este já é o terceiro investimento da empresa em fontes de energia sustentável, e até agora o maior. Em abril, o Google investiu US$ 168 milhões em uma usina de energia solar no deserto de Mojave, na Califórnia, e pagou o equivalente a 20 anos de energia elétrica gerada pelo vento, como forma de investimento nesta tecnologia. No total, já são pelo menos US$ 680 milhões investidos em energia limpa nos últimos dois meses.

A parceria com a SolarCity é simples: O Google entra com o dinheiro e a SolarCity com a expertise. A grande sacada é não investir apenas no desejo das pessoas de salvar o mundo, mas sim na necessidade de diminuir as contas do mês. O morador não precisa gastar mais do que já gasta com a conta de luz. Parte do dinheiro do que ele já gasta, correspondente a seu consumo, será usado para pagar pelos painéis e por sua manutenção. Segundo informam os parceiros, a energia solar, limpa, sai mais barata que a antiga. O tamanho do desconto pode ser calculado no site da própria SolarCity. A empresa garante, por contrato, o fornecimento de energia, e fica responsável pela manutenção.

“Como outras empresas, o Google usa energia elétrica para manter os servidores ligados. Nós queremos que essa energia seja limpa e renovável”, diz Rick Needham, diretor do Google responsável pelas iniciativas “verdes” da companhia.

Pela 1ª vez, navio movido a energia solar atravessa o mar da China

EFE MIL QUILÔMETROS
O PlanetSolar é a primeira embarcação solar a cruzar o Mar da China
 
Um navio movido a energia solar chegou nesta segunda-feira (15) a Hong Kong, depois de seis dias de difícil navegação por causa das condições meteorológicas nas Filipinas, e se tornou a primeira embarcação deste tipo a atravessar o mar da China.

No trajeto de mil quilômetros, que separam as Filipinas de Hong Kong, o navio passou por condições "muito delicadas, entre a monção e as tempestades tropicais", declarou a equipe suíça que realizou esta iniciativa. Em Hong Kong, o catamarã, chamado "PlanetSolar", participará de vários eventos. A embarcação começou sua volta ao mundo em setembro de 2010, em Mônaco, e espera-se que termine em maio de 2012.

O objetivo do projeto é que o navio passe oito meses no mar, movido unicamente pela energia solar para provar que o sol é uma fonte confiável para o transporte ecológico de pessoas e mercadorias pela via marítima. Sua superfície serve como "gerador solar", tornando possível que possa continuar navegando, inclusive, sem insolação direta, pois a energia produzida é armazenada em uma bateria.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

REGISTROS FOTOGRÁFICOS DA BLITZ AMBIENTAL


Agente ambiental, Emília, colocando pulseira de identificação em visitante, após visualização do vídeo educativo - Blitz Ambintal.



Visitantes assistindo ao vídeo.

Agente ambiental, Emília e Letícia colocando pulseiras de identificação em visitantes, após visualização do vídeo educativo - Blitz Ambintal

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Desmatamento da Amazônia aumenta

BRASÍLIA - Depois de um recuo em maio, o desmatamento da Amazônia voltou a subir em junho, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em um mês, a floresta perdeu 312,6 quilômetros quadrados (km²), desmate 17% maior que o registrado em maio. Em relação a junho de 2010, quando o desmatamento foi de  243,7 km², houve aumento de 28% no ritmo da derrubada.
O Pará liderou o desmate na região em junho, com 119,6 km² de novas áreas derrubadas, seguido por Mato Grosso, com 81,5 km², e por Rondônia, com 64 km².  No Amazonas, as derrubadas atingiram 41,6 km² de florestas, no Maranhão, cerca de 5 km² e no Tocantins, 0,5 km². A cobertura de nuvens impediu a visualização de 21% da Amazônia Legal, segundo o Inpe.
Os números são calculados pelo Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), que monitora áreas maiores do que 25 hectares e serve para orientar a fiscalização ambiental. Além do corte raso (desmatamento total), o sistema também registra a degradação progressiva da floresta.
Faltando um mês para o fechamento do calendário oficial do desmatamento (que vai de agosto de um ano a julho do outro), os dados do Deter mostram tendência de aumento da taxa anual de desmate. Entre agosto de 2010 e junho de 2011, a derrubada acumulada foi de 2.429,5 km², frente a 1.810,8 km² registrados no período anterior (agosto de 2009 a junho de 2010), com aumento de 34%.
Apesar da tendência, a taxa anual é calculada por outro sistema do Inpe, o Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), e só deve ser divulgada em novembro.
Por Luana Lourenço (Agência Brasil)

DOWNLOAD DA CARTILHA SENSIBILIZAÇÃO AMBIENTAL "Um Olhar para a Vida"

Através, do link você pode baixar a cartilha: Sensibilização Ambiental "Um olhar para a vida".

http://www.4shared.com/document/bsPKD5Mm/Cartilha_Sensibilizao_Ambienta.html

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Cartilha SENSIBILIZAÇÃO AMBIENTAL " Um olhar para a Vida"

É com imensa alegria que apresentamos a cartilha " Sensibilização Ambiental - Um Olhar para a Vida", elaborada com carinho pela Secretaria de Tecnologia e Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Ipojuca e parceiros.

Nosso objetivo é propocionar momentos agradavéis de leitura contemplando conhecimentos sobre o Meio Ambiente.
Desejamos que o tema aqui abordado motive os leitores a repensar e mudar certas práticas que não estejam ajudando a conservar o Meio Ambiente, afinal somos responsáveis por tudo que acontece com o planeta, seja de bom ou ruim.

Desta forma a população do Ipojuca, ganhará em conhecimento, pois a consciência ambiental será despertada em cada leitor que obtiver esta cartilha.


Erivelto Lacerda
Secretário de Tecnologia e Meio Ambiente  
Contatos: 81-3551.0438 

Cientistas descobrem oxigênio no espaço

"O gás oxigênio foi descoberto em 1770, mas precisamos de mais de 230 anos para poder dizer finalmente com certeza que esta molécula existe no espaço", disse Paul Goldsmith, cientista da Nasa
Redação ÉPOCA, com Agência EFE
Depois de anos de pesquisa, o telescópio Herschel, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), detectou pela primeira vez moléculas de oxigênio no espaço. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (1º) pela agência espacial americana (Nasa), que colabora com o projeto Herschel. O telescópio, o maior já enviado ao espaço, foi o primeiro a constatar a presença do gás no espaço.

Os átomos individuais de oxigênio são comuns no espaço, mas até agora não haviam sido encontradas evidências da presença de moléculas deste gás. O Herschel detectou as moléculas de oxigênio na nebulosa de Orion, mas não em grandes quantidades, por isso os cientistas seguirão procurando esse tipo de moléculas.

"O gás oxigênio foi descoberto em 1770, mas precisamos de mais de 230 anos para poder dizer finalmente com certeza que esta molécula existe no espaço", disse Paul Goldsmith, cientista da Nasa em Herschel e autor principal de um artigo publicado na revista "Astrophysical Journal" no qual explica a descoberta.

"O oxigênio é o terceiro elemento mais comum no universo e sua forma molecular deve ser abundante no espaço", afirmou Bill Danchi, outro dos pesquisadores da Nasa no programa Herschel.

Os astrônomos buscavam há décadas moléculas de oxigênio no espaço, seja por balões equipados com sondas ou por telescópios terrestres e espaciais. O telescópio sueco Odin detectou a molécula em 2007, mas a descoberta não foi confirmada.